ALIMENTO E INTESTINO – Podem contribuir na Doença Alzheimer?

Uma reflexão a se fazer e pesquisar.

Intestino

 

A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa do Sistema Nervoso Central, progressiva e até o momento, não tem cura. Será que encontraremos a sua cura no intestino?

1- O eixo Intestino -Cérebro e a importância da microbiota

Hoje fala-se muito que o intestino é o nosso segundo cérebro e que principalmente a nossa microbiota está relacionada com a nossa saúde ou a nossa doença. Muitos estudos estão sendo realizados em camundongos  e sua microbiota. Tem-se observado o aparecimento de doenças como o autismo, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, além de outras, quando se modifica a microbiota deles. 

 

David Perlmutter, neurologista de celebridades escritor de vários best-sellers voltados à saúde holística e funcional, fala da importância de mantermos a nossa microbiota o mais saudável possível. 

 

Como Bayliss, Starling e Gershon, David Perlmutter vai contra a maré.  Felizmente muitas são as pesquisas que estão comprovando que processos inflamatórios crônicos e silenciosos realmente têm haver com o aumento de doenças crônicas e progressivas, como a doença de Alzheimer. 

 

Essas mesmas pesquisas comprovam que os processos inflamatórios estão intimamente ligados ao que comemos e com a consequente alteração de nossa flora intestinal.

Alimento e Alzheimer

2- O dilema das mudanças: mudar ou manter o “status quo“?

Da mesma forma que foi difícil se provar que a terra era redonda e que era ela quem girava em torno do sol, também é difícil se aceitar conceitos que envolvem mudanças drásticas de paradigmas, de conceitos enraizados.  

 

O ser humano gosta do conhecido e estável, mesmo que isso esteja prejudicando sua saúde. As mudanças de hábitos, são difíceis de se fazer,  principalmente as alimentares onde hoje reina “os fasts” . São alimentos onde se utilizam de subterfúgios para gerarem vícios e facilitarem a vida estressante e corrida de seus consumidores. O sabor agradável das gorduras trans e do glutamato de sódio vicia a nós e os nossos filhos levando a obesidade, diabetes, transtorno de déficit de atenção. Nos adultos, depressão, ansiedade, doenças cardiovasculares, síndrome metabólica, diabetes, obesidade, câncer, artroses, esclerose múltipla e Alzheimer. Ou vocês nunca perceberam que essas doenças têm aumentado de forma assustadora?

 

O mundo tem exigido tudo para ontem,  e a indústria alimentícia tem a faca e o queijo na mão. E nós diante da busca pelo comodismo e facilidades caímos como patinhos na lagoa, todos felizes nadando na correnteza que nos leva para verdadeiros abismos.

 

Cabe a cada um de nós rever seu estilo de vida, seus hábitos (vícios) alimentares, em fim o que estamos fazendo para mantermos uma vida saudável e com qualidade de vida.

Alimentação: nossa saúde nossas escolhas

 

3- Nossa microbiota e os hábitos alimentares

 

Sei que não é fácil dar o primeiro passo e abandonar velhos hábitos “prazerosos”.

 

Mudar de hábitos alimentares, cuidar do intestino não significa comer só cenoura e alface. Nosso organismo necessita de muito mais diversidade. Agora deixo a pergunta  onde você prefere gastar seu dinheiro: prevenindo sua saúde ou com tratamentos de suas doenças? Sim, doenças. Quando vem, não vem só uma, principalmente após os cinquenta.

 

Como você quer terminar a sua vida? 

 

Você está colocando anos em sua vida ou vida em seus anos?

 

Nossa saúde ou nossas enfermidades esta diretamente relacionada com nossas escolhas. Portanto sua saúde e suas enfermidades estão em suas mãos. 

 

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4- Referências Bibliográficas

Gershon, Michel D. : O SEGUNDO CÉREBRO: Entenda o funcionamento do Aparelho Digestivo e sua relação com o Cérebro. Ed. Campus

Perlmutter, D. : Amigos da mente – Nutrientes e bactérias que vão curar o seu cérebro

 

 

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